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Mai/2020

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Laser Recover - Laser ultra moderno

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06
Ago/2018

Doenças da Coluna - Osteofitose (Bico de Papagaio)

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13
Abr/2018

Ozonioterapia no Autismo

Fonte:

Ozonioterapia no Autismo!! 


????A Ozonioterapia funciona como um tratamento complementar, pois é capaz de eliminar todas as toxinas que afetam o organismo e combater os invasores que as provocam.
Ao eliminar essas toxinas e anular essas funções o Ozônio Medicinal é capaz de restabelecer a natureza saudável do organismo. 
Pode melhorar e muito a qualidade de vida desses pacientes bem como o desenvolvimento normal deles.  
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Descubra os benefícios da Eletroacupuntura!

Fonte: hong.com.br

 

A Eletroacupuntura (EA) é uma técnica de Acupuntura recente, utilizada visando potencializar o efeito da Acupuntura para uma variedade de condições, especialmente na aplicação de analgesia por acupuntura.

Na eletroacupuntura, há uma passagem de uma corrente de pulso através dos tecidos do corpo por meio de agulhas de acupuntura, com fins de potencializar efeitos terapêuticos ou analgésicos.

Qual a diferença entre Eletroacupuntura e a Acupuntura Clássica (Tradicional)?
Os pontos de Eletroacupuntura são semelhantes aos utilizados na Acupuntura Clássica. A Eletroacupuntura parece produzir benefícios que duram mais que o efeito analgésico temporário.

O alívio da dor após terapia com Eletroacupuntura pode reduzir o espasmo muscular, e permitir o movimento ativo, melhorando a circulação periférica local e estimulando o processo de cura. Qualquer paciente que não tenha respondido à terapia com Acupuntura Clássica pode ser considerado para um experimento com Eletroacupuntura.

As agulhas de Acupuntura estimulam as fibras nervosas A delta no músculo. Mais precisamente, estimulam os mecanorreceptores musculares, e podem ser mais eficazes se eletricamente estimuladas, visando produzir microcontrações musculares locais. Estas fibras A delta acabam estimulando a liberação de peptídeos opióides, que tem ação analgésica importante.

Mecanismos de ação da Eletroacupuntura
A eletroacupuntura ativa as fibras nervosas simpáticas para aumentar o opioide endógeno no sítio inflamatório. A ativação da fibra nervosa simpática aumenta a expressão da molécula de adesão intracelular-1 nos vasos sanguíneos do tecido inflamado para promover a migração de leucócitos polimorfonucleares contendo β-endorfina e metencefalina e células mononucleares em ratos com inflamação.

A eletroacupuntura também aumenta os receptores canabinóides CB2 endógenos (CB2R) para regular positivamente os opióides no tecido da pele inflamada.

Estas evidências demonstram que os opioides periféricos desempenham um papel central na inibição da dor inflamatória pela eletroacupuntura, por bloquear a liberação de citocinas pró-inflamatórias de leucócitos polimorfonucleares e células mononucleares e agindo em receptores opioides periféricos para dessensibilizar os nervos sensoriais periféricos

Contra-indicações para Eletroacupuntura
As contra-indicações para a realização de Eletroacupuntura são pouquíssimas, podendo-se incluir:

Pacientes que não desejam se submeter a esta técnica
Infecções locais, e outras contra-indicações locais (por exemplo, a EA não deveria cruzar o tórax pelo risco téorico de causar interferência nos tecidos condutores cardíacos, o que foi posteriormente descartado por estudos científicos).

A Eletroacupuntura dói?

Pacientes que recebem a Eletroacupuntura podem sentir uma sensação mínima de formigamento durante o tratamento, devido a corrente elétrica.

Se a sensação for incômoda, avise seu médico Acupunturista para que se diminua a intensidade do estímulo. Assim como na Acupuntura Clássica, podem ocorrer pequenos hematomas ou petéquias locais após a aplicação das agulhas. Na literatura médica, não se relatam efeitos colaterais graves.

Resultados do tratamento com Eletroacupuntura em dor crônica
Em 1983, Loy et al. comparou a Eletroacupuntura com a fisioterapia, em um experimento com 60 pacientes com espondilose cervical. Todos os pacientes do grupo de EA obtiveram algum tipo de alívio de dor, sendo que 6 deles tiveram alívio completo. De modo geral, a melhora no grupo de Eletroacupuntura foi de 87%, comparado à uma melhora de 54% no grupo de Fisioterapia.

Um estudo de Lee et al., avaliou a Acupuntura por estimulação elétrica e uma injeção antiespasmódica não opióide em pacientes com cólica renal. O alívio de dor foi semelhante em ambos os tratamentos, mas o grupo tratado pela Acupuntura teve uma melhora significativamente mais rápida.

Já um outro estudo de Deluze et al, avaliou 70 pacientes com fibromialgia. O tratamento ativo consistia em 4 a 10 agulhas estimulados um pouco abaixo do limiar da dor, o suficiente para produzir contrações musculares visíveis. Os pacientes e os assessores não tinham conhecimento do tratamento (eram cegos quanto ao experimento). A história clínica avaliou regiões sensíveis ao toque, o uso de analgésicos, o nível da dor, e qualidade do sono, bem como valores de melhora globais (do paciente e do médico). O grupo com tratamento ativo com Eletroacupuntura mostrou melhora significativa em sete dos oito parâmetros estudados, que eram significativamente melhores que o grupo-controle em cinco medidas. Cerca de um quarto do grupo tratado mostrou quase completa redução dos sintomas.

Estudos mais recentes sugerem que a combinação de Acupuntura ou Eletroacupuntura com doses menores de medicamentos analgésicos usados para dor crônica (como antidepressivos e anticonvulsivantes), podem providenciar um melhor controle da dor, diminuindo assim o risco de efeitos colaterais destes medicamentos, que muitas vezes são bastante debilitantes.

Resultados do tratamento com Eletroacupuntura em condições não dolorosas
Dundee & McMillan conduziram em 1991 um pequeno experimento clínico controlado com Eletroacupuntura para avaliar o resultado deste tratamento para a náusea em pacientes com câncer recebendo quimioterapia. O tratamento ativo consistia em 5 minutos de EA a 10 Hz, aplicado no ponto de Acupuntura PC 6. Noventa e sete porcento dos pacientes apresentaram alívio completo da náusea, sem qualquer efeito colateral.

Luo, Jia & Zhan, na China, realizaram um estudo com 27 pacientes com depressão crônica, que comparou a Eletroacupuntura ao antidepressivo amitriptilina. Os pacientes receberam EA com agulhas subcutâneas, por uma hora, diariamente. O efeito sobre a depressão foi classificado segundo a Escala de Depressão de Hamilton, e os resultados da EA foram semelhantes ao grupo que recebeu a terapia padronizada com amitriptilina. No entanto, os pacientes que receberam a EA apresentaram uma taxa significativamente menor de efeitos colaterais, que podem ser comuns para os antidepressívos tricíciclos como a amitriptilina (geralmente, pacientes relatam ganho de peso, boca seca, e constipação intestinal).

Outras condições estudadas, porém em estudos não controlados, que obtiveram resultados eficazes e que merecem estudos mais profundos incluem enurese noturna, distrofia simpático reflexa, prurido urêmico, neurodermatites, zumbidos, e enjôos pelo movimento.

Referências bibliográficas
Zhang R, Lao L, Ren K, Berman BM. Mechanisms of acupuncture–electroacupuncture on persistent pain. Anesthesiology: The Journal of the American Society of Anesthesiologists.

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Drenagem linfática Pós operatória antes e depois

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Drenagem linfática pós operatória, 20 minutos de Manthus + drenagem linfática manual, realizada por fisioterapeuta. Sessão avulsa R$ 60. Pacote com 5 sessões R$ 250. Pacote com 10 sessões R$ 450. Agende seu horário pelo Whatsapp 51 981818384

Pacote massagem modeladora com ventosa

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Pilates em Canoas, Estúdio Completo, Pilates Suspensus

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Laser Recover - Laser ultra moderno

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O Recover é o mais novo aplicador a LASER de baixa intensidade bivolt para utilização em tratamentos de laser acupuntura para pré e pós-operatório, terapia neural, feridas, úlceras e queimaduras, ortopedia, reumatologia e otorrinologia.

Envolve o conceito de aplicação da luz em comprimentos de ondas conhecidos, para promover diversos benefícios aos tratamentos a fim de acelerar procedimentos e assim ter resultados em menor tempo. Portátil, leve e prático, o equipamento atua com grande eficiência ao estimular os processos naturais de regeneração cutânea. Método não invasivo, indolor que não gera calor excessivo e não danifica os tecidos.

 

Atua com dois comprimentos de onda:

 

- Laser terapêutico vermelho de 100mW, comprimento de onda de 660nm+/-10nm e meio ativo semicondutor InGaA1P.

- Laser terapêutico Infravermelho de MW, comprimento de onda de 808nm+/-10nm e meio ativo semicondutor GaA1As.

 

 

 

 

A Técnica ILIB consiste na aplicação contínua e direta de laser terapêutico vermelho na região da artéria radial, com a finalidade de combater os radicais livres de oxigênio, responsáveis pelo envelhecimento precoce das células e consequentemente dos tecidos. A absorção do laser vermelho pelo sangue/tecido leva ao aumento no metabolismo e síntese da principal proteína fisiológica reguladora do sistema oxidativo corpóreo (SOD-Superóxido dismutase). Essa enzima inativa as espécies reativas de oxigênio (EROs), levando à proteção das células contra mutações e envelhecimento.

O ILIB apresenta também melhora da capacidade hemorreológica das hemácias, interferência na cascata do ácido araquidônico (efeitos anti-inflamatórios) e maior produção de prostaciclinas (anti-agregação plaquetária) que propicia um caráter mais fluído ao sangue, amenizando os problemas vasculares. A técnica ILIB modificada ainda melhora nos tratamentos de doenças do sistema respiratório, doenças inflamatórias, alterações cardiovasculares, sistema circulatório periférico e diabetes.

 

 

AÇÕES E BENEFÍCIOS

 

- Permite ser utilizado em procedimentos de Acupuntura por ser um equipamento em versão caneta laser.

- Display digital que permite programar aplicações de doses.

- Oferece sistema de segurança com senha.

- Área do feixe laser de saída no BICO da caneta laser - 3mm2, que facilita para tratamentos em áreas específicas.

- Base de descanso e carregador

- Autonomia da bateria em uso contínuo com carga total de 04 horas.

- Equipamento leve e ergonômico possibilita realizar atendimentos Home Care.

- Utilização em Estética e Fisioterapia

 

 

MECANISMO DE AÇÃO

 

A laserterapia de baixa intensidade envolve conceito de aplicação da luz em comprimentos de ondas conhecidos (vermelho e infravermelho) para promover analgesia, diminuição do processo inflamatório, biomodulação e aceleração do processo de cicatrização. O espectro eletromagnético, os comprimentos de onda mais

empregados para realização da laserterapia estão na faixa do vermelho (630 – 700nm) e infravermelho próximo (700 – 904 nm), que proporcionam efeitos diretos e indiretos sobre as células. A absorção da luz pelas células ocorre através dos fotorreceptores, que consistem de um grupo especial de moléculas inter-relacionadas (enzimas, moléculas das membranas celulares ou outras moléculas extracelulares) que apresentam capacidade de absorver luz (cromóforos), em um determinado comprimento de onda específico.

 

Independentemente de onde ocorra a foto recepção da luz, tanto o infravermelho próximo quanto a luz visível (vermelha) resultarão na transdução do sinal e amplificação do estímulo, gerando aumento de íons Ca++ no citoplasma e aceleração da duplicação de DNA e da replicação de RNA no núcleo celular. A ação da luz visível e infravermelha próxima no tecido biológico gera dois mecanismos: primário ou direto e secundário ou indireto. Estes mecanismos acarretam efeitos bioquímicos, bioelétricos e bioenergéticos, que atuam sobre a microcirculação e o trofismo celular, gerando reações analgésicas, anti-inflamatórias e ante edematosas.

 

 

INDICAÇÕES

 

- Analgesia e inflamações 

- Fibromialgia

- Artrite reumatoide e artrose

- Lesão de tendões e ligamentos

- Bursites, Epicondilites, Tendinites e Hérnia de disco

- Acne e manchas na pele

- Queimaduras

- Rejuvenescimento facial e olheiras

- Psoríase

- Estrias

- Cicatrização dos tecidos

- Úlceras plantares

 

Pulseira Para Terapia De Ilib 

 

A Pulseira para Terapia de ILIB da MM Optics é um dispositivo para a aplicação da laserterapia intravenosa. Faz uso de laser de baixa intensidade, porém com potência suficiente para possibilitar a irradiação da corrente sanguínea pela energia do laser de forma não invasiva, ou seja, irradiação de maneira tópica.

 

 

AÇÕES E BENEFÍCIOS

 

- Possui potente efeito antioxidante.

- Laser de baixa intensidade.

- Irradiação não invasiva do laser (de maneira tópica).

 

 

INDICAÇÕES

 

- Aplicação de laserterapia intravenosa.

- Para tratamento de doenças do sistema respiratório (Asma, alterações desencadeadas pelo fumo).

- Para tratamento de diabetes e suas complicações.

- Para tratamento de doenças inflamatórias.

- Para tratamento de doenças Cardiovasculares (infarto e angina).

- Para tratamento de doenças do sistema vascular periférico e cicatrização em geral.

 

 

CONTRAINDICAÇÕES

 

- Disfunção em fatores de coagulação.

- Pessoas que se submeterão a cirurgias.

- Gravidez.

Doenças da Coluna - Osteofitose (Bico de Papagaio)

Fonte: ITC Vertebral

OSTEOFITOSE (BICO DE PAPAGAIO)

Ao longo do processo de evolução, o homem adquiriu a postura ereta. Devido à ação da gravidade, surgiram algumas complicações decorrentes dessa postura; entre elas, o aparecimento de osteófitos.

 

Com o desgaste da articulação vertebral (degeneração do disco intervertebral), acontece a instabilidade do segmento da coluna, e assim micromovimentação de forma anormal. Na tentativa de estabilizar e fusionar este nível doente da coluna, o corpo humano faz crescer osso. Assim, ocorre a formação óssea nas bordas articulares, à frente e/ou para ao lado do disco intervertebral.

 

O “bico de papagaio” ou osteofitose se manifesta quando os ligamentos e as cartilagens que envolvem as vértebras se calcificam, como forma de estabilizar a estrutura desgastada. O problema tem maior incidência na região lombar, mas pode atingir outras partes da coluna. As dores são causadas pela própria rigidez da coluna, na qual as vértebras afetadas pressionam nervos e músculos.

 

CAUSAS DA OSTEOFITOSE

 

Além da idade, outros fatores podem causar a formação do bico de papagaio:

 

– Hereditariedade;

 

– Má postura;

 

– Obesidade;

 

– Sedentarismo;

 

– Fraturas;

 

– Doenças reumáticas, etc

 

Todos eles também contribuem para desgastar as articulações e podem levar à calcificação vertebral. É um processo irreversível e progressivo, mas 90% dos casos são leves e têm controle mais fácil. Fisioterapia manual e reeducação postural ajudam a recuperar a estabilidade.

 

Assim, apesar de o osteófito continuar instalado, a dor será estabilizada devido à estrutura corporal mais forte, flexível e alinhada. A melhor alternativa continua sendo a prevenção. Quanto antes incorporar novos hábitos, menores as chances de ocorrer um osteófito no futuro.

 

POR QUE SURGE O “BICO DE PAPAGAIO”?

 

Radiograficamente, o aspecto do osteófito remete ao bico de um papagaio, vindo daí o nome popular. Alguns especialistas acreditam que o bico de papagaio possa surgir devido à desidratação do disco intervertebral, por espondilose, por pré-disposição genética, sobrecarga articular (como no caso de obesidade), devido a algum problema articular prévio (como inflamação, fratura, ruptura de ligamentos, entre outros) ou em consequência de impactos sofridos desde a infância.

 

Todavia, é importante salientar que a principal causa do aparecimento desta anomalia óssea é a permanência em posturas incorretas ao longo da vida, resultando em lesões nas articulações vertebrais. Destas últimas, originam-se os osteófitos, que por sua vez, causam a desidratação do disco intervertebral, fazendo com que as vértebras fiquem mais próximas uma da outra, com consequente compressão da raiz nervosa. Portanto, a dor presente na osteofitose decorre dessa compressão.

 

O PROBLEMA DA MÁ POSTURA

A maneira de sentar, andar, permanecer em pé ou deitado determina não só a qualidade da postura, mas a qualidade de vida das pessoas. Já é comprovado que a má postura afeta a posição de alguns órgãos internos, diminui o fluxo sanguíneo e pode prejudicar até mesmo a visão. A boa postura auxilia no equilíbrio de todo o corpo.

 

Em pé é necessário que pescoço, ombros, coluna lombar, pélvis e quadril estejam todos alinhados. Sentado, enquanto o quadril suporta o peso do corpo, os pés devem estar totalmente apoiados no chão e a coluna deve receber todo suporte do encosto da cadeira.

 

Já na infância é importante aprender a ter bons hábitos posturais. Grande parte das dores na fase adulta poderia ser evitada se as pessoas assumissem uma boa postura desde crianças. É muito importante corrigir casos em que a criança se apoia em uma só perna quando em pé, ou mesmo quando brinca sentada no chão sobre as pernas dobradas, ou ainda quando dorme de bruços. Há adolescentes que debruçam metade do corpo sobre a carteira enquanto copiam lições da lousa, o que pode comprometer bastante a saúde da coluna com o tempo.

 

No início os sintomas podem demorar a surgir, mas se o indivíduo passa anos cultivando hábitos nocivos ao deitar, sentar, parar ou andar, ossos e cartilagens sofrem um desgaste maior e localizado, sendo comum a pessoa começar a sentir dores agudas, como se fossem “pontadas” ou “choques elétricos” nas pernas, costas, ombros ou pescoço.

 

A má postura na fase de crescimento, que vai do nascimento aos 20 anos, chega a “torcer os ossos” levando a um encaixe assimétrico nas pontas dos ossos e sobrecarregando as cartilagens. Algumas vezes, este desencaixe é tão grave que chega a ser de difícil solução, levando a uma artrose (desgaste) precoce da articulação.

 

Ao dormir também é importante oferecer uma atenção especial à postura. O ideal é permitir que a espinha permaneça em sua posição normal, com sua curva natural. Dormir de bruços deve ser evitado, já que a pessoa acaba não só forçando a coluna lombar como também acaba entortando o pescoço. O ideal é dormir de lado, com um travesseiro que tenha a altura exata entre o ombro e o pescoço. Colocar um pequeno travesseiro entre as pernas ligeiramente flexionadas também é aconselhável para que o repouso seja restaurador.

 

Atenção com o tipo de calçado! Os pés devem receber uma atenção especial, já que contribuem para a boa postura. Usar calçados confortáveis é uma das primeiras medidas recomendadas quando o assunto é dor. Saltos altos, formatos apertados, ou modelos que ponham em risco a estabilidade da pessoa podem resultar em dores nas costas, cansaço extremo nas pernas, enfim, uma série de desconfortos que chegam ao consultório dos ortopedistas diariamente.

 

Para manter a boa postura é importante praticar exercícios regulares para a manutenção. Há alguns exercícios simples que ajudam a fortalecer a musculatura, dando suporte à postura ideal. Veja:

 

Para treinar o corpo a manter o alinhamento adequado, deve-se sentar no chão, com as costas contra uma parede. Certifique-se de que a cabeça, os ombros e o quadril toquem a parede e permaneça na posição por alguns minutos. O ideal é repetir o exercício diariamente até que se aprenda a alinhar a coluna. Outra dica é adotar a posição anterior, tentando levantar e abaixar sem desencostar da parede. Para exercitar a espinha, deite-se de costas, eleve os joelhos à altura peito, envolvendo-os com os braços. Role o corpo de um lado para o outro nessa posição, sem soltar, por algumas vezes seguidas.

 

Deitado de costas, repita os movimentos de bicicleta, com as pernas no ar. Pedale em grandes círculos, sem pressa e sem mover as costas. Finalmente, acostume-se a caminhar como se fosse um militar em desfile, ou seja, barriga encolhida, ombros e cabeça alinhados com a bacia para quem olha de lado. Essas dicas visam fortalecer toda musculatura que sustenta a coluna, que são os músculos abdominais, glúteos e paravertebrais.

 

A INFLUÊNCIA NATURAL DO ENVELHECIMENTO

 

Todo indivíduo está suscetível ao desgaste natural dos discos intervertebrais que aumentam conforme o avanço da idade. Somando-se a isso, caso a pessoa já tenha predisposição genética para o problema, as dores começam a surgir e, especialmente, com o envelhecimento. Porém, as pessoas que durante a vida não adotaram boa postura corporal, não praticaram atividades físicas e vivenciaram períodos intensos de estresse, apresentam maiores chances de desenvolver osteófitos.

 

QUAL O TRATAMENTO PARA BICO DE PAPAGAIO?

 

O tratamento pode ser conservador ou cirúrgico. No primeiro caso, a adoção de novos hábitos, como boa postura, juntamente com prática de atividade física pode auxiliar no alívio das dores. Com relação ao tratamento cirúrgico, este é recomendado quando o paciente apresenta dano neurológico súbito e quando a coluna evidenciar sinais de desalinhamento progressivo com dor intensa, bem como alteração de força e sensibilidade nos membros superiores. A realização deste tipo de cirurgia habitualmente requer o uso de enxertos ósseos e implantes.

 

É um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual, Estabilização Vertebral, Exercícios de Pilates e treinamento funcional . Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.

 

Etapas do tratamento

 

FISIOTERAPIA MANUAL

 

A disfunção dos tecidos moles pode alterar o movimento articular e diminuir a eficácia da mobilização-alongamento da articulação. É por isso que o tratamento frequentemente começa com este procedimento visando diminuir a dor e o espasmo muscular ou aumentar a mobilidade dos tecidos moles. Esses procedimentos auxiliares podem também tornar mais fácil a realização da mobilização das articulações, produzindo um efeito mais duradouro. Dentre as técnicas de fisioterapia manual utilizamos a Osteopatia, Maitland, Mulligan e mobilizações articulares.

 

 

ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL

 

Durante o primeiro mês de tratamento utilizamos também a técnica de estabilização vertebral que foi desenvolvida na Austrália com o objetivo de fortalecer os músculos profundos da coluna vertebral e melhorar o grau de estabilidade vertebral. Para isso contamos com o equipamento Stabilizer.

 

 

PILATES e TREINAMENTO FUNCIONAL

 

 

Após o término das sessões previstas é fundamental buscar alternativas para manter os benefícios decorrentes do tratamento. Serão necessários estímulos frequentes e graduais que garantam a integridade das estruturas músculo-esqueléticas envolvidas e previnam contra novas crises. A opção eficiente e segura é um programa de exercícios de musculação que incluem os principais componentes da aptidão física relacionados à saúde (potência aeróbica, força e flexibilidade) ajustados de acordo com a especificidade da situação e supervisionados por fisioterapeuta.

 

 

Pilates

 

É um método que preconiza alcançar um desenvolvimento do corpo de forma uniforme, objetivando uma melhora no condicionamento físico e mental com exercícios globais, isto é, que exigem um trabalho do corpo todo, utilizando diferentes aparelhos e equipamentos.

 

Através dos seus princípios, concentração, fluidez, controle, respiração, centro de força, postura o praticante do método irá melhora sua consciência corporal, flexibilidade, equilíbrio e força muscular.

 

 

Fisioterapia convencional

 

Fisioterapia Traumato- Ortopédica: Eletroterapia, Termoterapia, Fototerapia, Cinesioterapia, Hidroterapia, Massagem.

 

Medicamentosos

 

Geralmente com injeções de analgésicos, antiinflamatórios e relaxantes musculares na fase aguda e o controle com medicamentos orais, para os mesmos fins, para a fase crônica.

 

www.fisiobeautypilates.com.br