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Pilates evita as fraturas e eventuais lesões provocadas por quedas

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02
Jul/2016

Pilates na gestação e pós-parto

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02
Jul/2016

Nossa coluna cervical e a tecnologia

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02
Jul/2016

Diástase Abdominal: Uma disfunção preocupante

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30
Jun/2016

Super Combo contra Gordura Localizada e Celulite

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24
Jun/2016

Melhorar a Cólica, Alívio da TPM e Osteoporose com Pilates

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22
Jun/2016

Dores nas Costas: 5 Perguntas e Respostas sobre os Efeitos do Pilates

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22
Jun/2016

Pilates na Terceira Idade

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16
Jun/2016

Pilates evita as fraturas e eventuais lesões provocadas por quedas

Fonte: Revista + que Pilates

 


Quando ouvimos a palavra fratura, logo pensamos em acidentes ou quedas. Acidentes, todos estão sujeitos e muitas vezes não há como evitar. Mas, seestivermos em dia com nossa saúde física, podemos minimizar o problema das quedas e até mesmo evitá-las.

As causas de uma queda podem estar relacionadas ao ambiente externo – calçada inadequada, iluminação, tapetes, localização dos móveis – ou à própria pessoa que possivelmente esteja frágil em algum aspecto – com alterações sensitivas (visual, audição, tato, equilíbrio), perda de força muscular ou alterações cardíacas e vasculares graves.

É importante pensar nos fatores que ajudam o indivíduo a ter maior controle corporal para evitar uma fratura. São eles: equilíbrio, consciência corporal, flexibilidade, força, coordenação motora e concentração.

O método Pilates aborda todos esses fatores de forma segura. Por meio do equilíbrio, é possível se posicionar melhor no espaço e vencer obstáculos físicos com mais facilidade. A consciência corporal proporciona mais domínio sobre os movimentos e controle durante suas ações. A flexibilidade torna os movimentos mais elegantes e organizados, minimizando o gasto energético, fazendo com que o aluno se mova com mais fluidez. A força muscular estabiliza e sustenta todo o corpo, oferecendo novas possibilidades de posições e defesas durante um movimento brusco que possa levar a algum tipo de lesão. A coordenação motora possibilita maior independência ao aluno, já que ele atinge total controle corporal diante de seus movimentos.

Já a concentração une todos os elementos necessários para uma boa saúde física e mental. É concentrado que o aluno aprende e é concentrado que ele realiza movimentos precisos, sempre buscando a segurança e minimizando qualquer possibilidade de quedas que possam levar a algo mais grave como uma fratura e a imobilidade física.

O Pilates possui diversos exercícios, que se feitos com regularidade, podem ajudar na prevenção de quedas, torções e consequentemente, fraturas. Os exercícios de propriocepção são excelentes aliados na busca de um corpo mais seguro. Esse tipo de treinamento estimula a musculatura que estabiliza as articulações, tornando essa região mais forte e pronta para se defender durante movimentos inesperados.

O importante é trabalhar de forma global, assim o aluno adquire um corpo uniformemente saudável e estável que lhe dê segurança e que não lhe deixe na mão com fraturas ou outras lesões.

 

 

Pilates na gestação e pós-parto

Fonte: Revista + que Pilates

 

A gestação é um estado sublime, um período de 40 a 42 semanas de muitas transformações no corpo da mulher.

Durante a gravidez além do aumento do peso corporal temos também mudanças hormonais, que levam a alterações de humor, atenção e concentração. Para completar, com o passar dos meses nosso centro de gravidade vai sendo cada vez mais projetado para frente e nossa resistência muscular e respiração ficam comprometidas, além das outras mudanças!

Durante este período a prática de exercícios físicos é essencial para melhorar a qualidade de vida da futura mamãe. Dentre os exercícios podemos destacar o Método Pilates, no entanto, alguns cuidados devem ser tomados. A gestante e o seu professor devem evitar os exercícios que utilizam muita contração abdominal e de grandes alavancas. Pensando nesse momento tão especial, e na importância de praticar exercícios durante a gestação e nos pós-parto separei algumas dicas para a prática de Pilates nesse período.

O que evitar do Repertório de Mat Pilates durante a gestação:
– Devemos evitar todos os exercícios de rolamento de coluna para trás, como Roll Over, Jack Knife, Control Balance;
– Abdominais como o Hundred, o Teaser, One Leg Strech;
– A partir do segundo trimestre todos os exercícios em Decúbito Ventral devem ser evitados;

Já a prática no Estúdio com aparelhos é mais segura e eficaz para a gestante, mas ainda assim devemos evitar todos os exercícios citados acima.

Benefícios do Pilates para a gestante:
– Fortalecimento da musculatura de assoalho pélvico;
– Melhora da postura;
– Melhora da qualidade respiratória;
– Prevenção de possíveis dores lombares;
– Maior consciência corporal;
– Facilitação para o parto normal;

Quanto tempo depois do parto devemos retornar as atividades físicas?
– Assim que o Médico der alta.

No pós-parto devemos evitar as flexões laterais nos primeiros três meses, pois não sabemos se houve rompimento da diástase abdominal. É muito importante desenvolver novamente na mulher a força abdominal, força nos glúteos, força nos adutores e a mobilidade articular na região lombar.

O Método Pilates é maravilhoso para a recuperação da percepção da contração do assoalho pélvico (períneo); fortalecimento das pernas; fortalecimento da musculatura dorsal; adutores; entre outros exercícios.

 

 

Nossa coluna cervical e a tecnologia

Fonte: Revista + que Pilates

 

A tecnologia está cada vez mais presente no nosso dia a dia. Smartphones e tablets são os “acessórios” mais desejados e utilizados no momento. Quando estamos numa fila de banco, no shopping, na padaria, no supermercado ou até mesmo no carro (inadvertidamente) o smartphone está lá, nos lembrando que há algo, importante ou não, para nos “conectar” aos outros.
A pergunta é: será que estamos lembrando de nos conectar com nosso próprio corpo? Mais: quais consequências estes pequenos aparelhos, aparentemente inofensivos, trazem para nosso organismo?

A dor cervical ou dor no pescoço é uma queixa muito frequente nos dias atuais, e, provavelmente, o excesso de uso (overuse) e a má postura são os maiores vilões. Os problemas degenerativos da coluna cervical também são importantes, mas surgem como consequência do estresse que impomos a esta região do corpo, durante longo período ou por toda a vida.
A posição da cabeça centralizada e “sobre” os ombros (de maneira que quando olhamos de lado as orelhas estão alinhadas com os ombros) gera estresse e carga naturais para os músculos do pescoço, coluna torácica e lombar. Quando a cabeça fica projetada para a frente, a carga e o estresse dos músculos aumentam muito, chegando a multiplicar por cinco o peso da cabeça com 60º de flexão da cervical.

O corpo foi projetado para tolerar algum estresse e ter uma boa postura não significa que ela é a ideal todo o tempo. Nos movemos constantemente para buscar posições adequadas para o nosso corpo e manter a saúde dos nossos tecidos. O problema dos pequenos “aparelhinhos” tecnológicos é que repetimos e mantemos a má postura durante períodos prolongados e o pior, sem perceber.

Recorra ao Pilates

Pilates é um método conhecido por trabalhar “de dentro para fora”, ativando nossas sensações e músculos profundos de maneira específica e eficiente. Os músculos profundos são os mais próximos das nossas vértebras e os mais habilidosos em perceber e corrigir a posição e o movimento da nossa coluna. Por isso, são essenciais os exercícios que parecem simples e que não exigem muito esforço (força), mas grande concentração e precisão. A resistência destes músculos também deve ser treinada para, posteriormente iniciar exercícios que precisam de força (ativando mais músculos superficiais durante o exercício).

O grande diferencial ao praticar exercícios de Pilates, direcionando os cuidados para a região cervical não é “o quê você faz”, mas o “como você faz”. Pequenas dicas podem influenciar e modificar o movimento de maneira surpreendente. Um instrutor experiente e habilidoso é a pessoa mais indicada para selecionar as dicas que melhor organizam o movimento.
Um exercício simples que chamo de “Cervical Clock” (relógio cervical) pode auxiliar na ativação dos músculos profundos. A primeira variação deste exercício também é conhecida como Exercício de Coordenação da Flexão Craniocervical (ECFC) e sua avaliação é um teste utilizado por fisioterapeutas para verificar a habilidade do paciente em ativar a musculatura profunda da coluna cervical.

O’ Leary e colaboradores (2007) verificaram uma redução imediata e localizada da dor cervical em voluntários com dor cervical crônica logo após o ECFC. A melhora da dor foi de 14% a 21%.

O exercício “Cervical Clock” pode ser executado em várias posições (deitado, sentado, em pé, etc). Procure iniciar a prática deitado de barriga para cima (em supino). Deite-se, relaxe o corpo e mantenha as curvaturas naturais da coluna (deve haver um pequeno espaço entre a coluna lombar e o chão, assim como também um espaço entre o pescoço e o chão), com os joelhos dobrados e pés apoiados no chão.

Imagine que existe um relógio na frente do nariz (use a palma da mão na frente do nariz como referência). Enquanto solta o ar, leve o nariz para baixo, na direção do ponteiro das “6 horas” do relógio. Em seguida, inspire e leve o nariz para cima, direcionando para o ponteiro das “12 horas” do relógio.

Os movimentos devem ser pequenos e realizados suavemente, gerando um leve balanço sobre a parte posterior da cabeça. O olhar deve acompanhar a direção do movimento. Ao tocar os músculos da frente do pescoço, você deve sentir que eles continuam relaxados.

Cervical Clock

O movimento também pode ser realizado na direção dos ponteiros das 3 horas e 9 horas, ao levar o nariz para a direita e esquerda ou desenhando um círculo com a ponta do nariz; ao tentar acompanhar todos os ponteiros do relógio no sentido horário e anti-horário. Procure perceber se consegue desenhar um círculo quase perfeito ou se algum pedaço do movimento fica mais retilíneo do que deveria e a cada repetição, tente realizar o movimento corretamente.

Variação “Círculo” do Cervical Clock

Após realizar entre 10 e 15 repetições de cada movimento, procure perceber se há diferença no apoio da cabeça no solo, na curvatura do pescoço, na tensão – relaxamento dos músculos do pescoço e na amplitude da respiração. “Conecte-se” com suas percepções internas e da sua pele tocando o solo. Registre as mudanças positivas e tente manter esta sensação ao longo do dia.

Procure estar atento e retomar o controle da sua postura sempre que perceber sua cabeça e seu corpo saírem do “eixo” ao longo do dia. Fortalecer todo o corpo e melhorar a mobilidade das articulações, principalmente da coluna, pode ajudá-lo também, afinal a cervical e a cabeça dependem da organização do que está abaixo delas.

Pilates alonga, fortalece, mobiliza e melhora nossa consciência de maneira global e integrada: Mente, Corpo e Espírito.

 

 

Diástase Abdominal: Uma disfunção preocupante

Fonte: Mais que Pilates

Apesar dos artigos e publicações, em geral, abordarem a Diástase Abdominal apenas como um problema advindo da gravidez, o excesso de peso e os exercícios abdominais executados de forma incorreta podem contribuir para o aparecimento dessa alteração na parede abdominal, tanto em homens quanto em mulheres. Em consequência dessa deformidade na região abdominal, a integridade do “core” pode diminuir potencialmente e, ainda, criar estratégias ruins para postura, movimento e/ou respiração, e criar falhas que favoreçam o aparecimento de dor lombar e disfunções no assoalho pélvico.

Os músculos abdominais são foco de treinamento em vários esportes e o grande objetivo em técnicas que exigem precisão e controle. Ter o abdômen bonito permeia o imaginário, o desejo contido dos “malhadores”, e caracteriza, muitas vezes, o aspecto saudável de um corpo. Mas a importância do abdômen (e seus músculos) vai além do referencial estético. O abdômen, com sua estrutura de músculos e fáscias, forma uma espécie de cinturão responsável por manter os órgãos abdominais em seu lugar e proteger todo conteúdo da cavidade abdominal.

Estes tecidos são importantes, também, pois participam da respiração, ajudam na postura, nos movimentos do tronco, na estabilização da coluna e, ainda, contribuem para as funções que envolvem a tosse, espirro, evacuação e trabalho de parto (Lee et al, 2008; Sapsford, 2004).

Os músculos abdominais que formam esse apoio elástico são: o reto abdominal, os oblíquos (externo e interno) e o transverso. Quando os músculos abdominais se distendem exageradamente ou sucessivas vezes, as fibras sofrem esgarçamento. A área central, conhecida como linha alba, que fica entre os retos e é formada de tecido conjuntivo, é a que mais sofre. Esta frouxidão na linha alba deixa um espaço entre os músculos retos abdominais, condição conhecida como Diástase Abdominal ou Diástase dos Retos. É mais comum acontecer próximo do umbigo e pode ser medida com os dedos ou paquímetro ou, então, de forma mais confiável, via USom.

Nas mulheres, a diástase é causada pela gravidez, obesidade ou idade (em associação com flacidez abdominal). Na gravidez, o útero aumentado de tamanho estira o abdômen para dar espaço ao crescimento do bebê e pode favorecer essa separação das duas grandes bandas paralelas do reto abdominal.Algumas condições favorecem o aparecimento da diástase nas grávidas como: maior idade da mãe, flacidez prévia, ganho de peso aumentado (da mãe e/ou bebê), exercícios abdominais “agressivos” após o 1o trimestre, gestações múltiplas, cesariana, etc. Em geral, nas pequenas diástases, ocorre uma resolução após 6 semanas do parto (Boissonnault, 1998), mas se bem reabilitado, o abdômen pode garantir boa função, mesmo existindo uma separação maior(Lee et al, 2008).

Embora pouco abordada, a Diástase também pode ocorrer em homens ou por aumento de peso e/ou por grandes pressões dentro do abdômen.Quando há acúmulo de gordura na região abdominal associado com distensão progressiva, por exemplo, ocorre deformidade na parede abdominal que pode provocar diástase do reto e hérnias abdominais (Pitanguy et al, 1999). Seu aparecimento está muito associado, também, ao aumento da idade, às flutuações de peso, halterofilismo, abdominais completos executados erroneamente, fraqueza abdominal familiar e condições crônicas que induzam à grande pressãodentro do abdômen (Nahaset al, 2001; Lockwood, 1998).

Mas disso tudo, o que é preocupante para nós que trabalhamos com movimento, é que: exercícios (principalmente, abdominais ‘pesados” e carregamento de peso) executados de forma incorreta, podem aumentar exageradamente a pressão intra-abdominal, favorecendo o aparecimento da diástase dos retos e resultando, ocasionalmente, em hérnias medianas.Numa importante página da Fisioterapia atual, o estudioso dos Trilhos Anatômicos, Tom Myers, escreveu num dos seus artigos que adquiriu uma diástase em função do mau uso da técnica de Pilates: “I had a mild one myself a few years ago via bad Pilates teaching”. Triste realidade!

O que se sabe é que uma Diástase maior que 2,5cm pode interferir na capacidade da musculatura abdominal de estabilizar o tronco e em funções como postura, controle lombo-pélvico, defecação, parto, contenção vesical. Como existe uma relação sinérgica entre os músculos abdominais e o assoalho pélvico, a diminuição da função muscular do abdômen, associada à diástase, pode afetar a performance do assoalho e provocar disfunções como a incontinência urinária de stress, incontinência fecal ou prolapso pélvico e, ainda, dor lombar (Sapsford e Hodges, 2001; Neumann e Gil, 2002; Spitznagle, 2007).

A boa notícia é que exercícios realizados corretamente podem favorecer a prevenção ou diminuição da diástase abdominal (Mesquitaet al, 1999; Rett et al, 2009; Difiore, 2000). Os exercícios de estabilização da coluna, muito utilizados nos tratamentos da dor lombar, serão os mais indicados para esses casos. Fazer uma longa, firme e sutil contração do transverso do abdômen, associada à ativação do assoalho pélvico é a dica importante para execução de todos os exercícios. Preferir os abdominais que movimentam as pernas (sem protrusão do abdômen) aos abdominais com movimentos do tronco e sempre, adaptando os exercícios para reduzir o stress sobre a parede abdominal.

Quando a cirurgia está indicada? Quando existem danos significativos às estruturas e uma tensão suficiente já não pode ser gerada para garantir uma pressão abdominal ideal, nem garantir a execução das funções. Ou seja: nos casos de pós-parto, onde a mulher ainda apresenta dor lombo-pélvica e/ou incontinência, mesmo após um ano realizando tratamento para restaurar a função; nos casos em que a largura da linha média está excedida e os conteúdos abdominais são facilmente palpáveis através da abertura, o que pode causar desconforto; e nos casos gerais que o tratamento não foi capaz de resolver a dor lombar e ainda há pobre controle pélvico e disfunção do assoalho pélvico.

Assim, para prevenir ou tratar a Diástase dos Retos a melhor estratégia é estimular a ativação dos músculos profundos. Exercitar-se com cautela e boa orientação físico-nutricional pode ser suficiente para alcançar os estereótipos de beleza. A saúde não pode ser apenas um objetivo, ela tem que ser um modo de vida. Transforme sua vida, dia a dia! Mude hábitos! Evite os “exageros”, respeitando seus limites! E bons treinos!

 

Super Combo contra Gordura Localizada e Celulite

Fonte:

Super Combo contra gordura localizada e celulite 10 sessões com todas as técnicas Manthus + Plataforma Vibratória + Endermoterapia + Drenagem Linfática Localizada R$ 70,00, Pacote com 10 sessões à vista R$ 600,00 ou R$ 650 parcelado em até 3 x nos cartões visa, master ou american.

 

Aproveite o inverno para cuidar do seu corpo, nesse super combo está incluso 10 sessões de tratamento com todas essas técnicas que unidas são infalíveis:

 

 

  • Manthus: Ultrassom de alta potência que promove a quebra das células de gordura, fazendo com que o seu corpo gaste aquelas gordurinhas indesejáveis que estão presentes também na celulite. A corrente presente no Manthus ativa a drenagem linfática celular, fazendo o seu corpo eliminar a celulite e o edema (inchaço presente).
  • Plataforma Vibratória: Tem um efeito potencializador do tratamento, pois além de ativar a circulação e ativar a drenagem linfática tonifica a musculatura do corpo todo, melhorando assim a sustentação da pele e o seu aspecto.
  • Endermoterapia: Também conhecido como vácuo, estimula a circulação da pele, ativando a produção do colágeno. Proporciona a quebra do tecido fibrótico presente na celulite, essa fibrose é que dá o aspecto de casca de laranja.
  • Drenagem Linfática Localizada: Finaliza o tratamento removendo o excesso de líquido diretamente para os linfonodos promovendo a absorção e eliminação do inchaço.

 

www.fisiobeautypilates.com.br

Melhorar a Cólica, Alívio da TPM e Osteoporose com Pilates

Fonte: Fisiociência

 

Existe um número muito grande de mulheres que sofrem com terríveis cólicas e até dores lombares durante a menstruação. Esses sintomas podem, sim, ser muito minimizados com a prática do método pilates. É sabido que outros sintomas que podem ser combatidos são os edemas ou inchaço nas pernas, as dores pelo corpo além de outros problemas relacionados à saúde feminina podem desaparecer com a prática do Pilates. 
Esse método tem várias funções que melhoram a saúde e, sobretudo, pode ajudar as mulheres a atenuar o stress no período pré-menstrual, a má postura durante a gestação devido ao aumento da mama e do peso, tão comuns nesse período; além dos efeitos da osteoporose no processo de envelhecimento feminino. 
Cada uma dessas alterações vai ser beneficiada pelo pilates de diferentes formas. O nível de stress é controlado pelo efeito da concentração na geração da conexão entre mente e corpo; com isso, o aluno desconecta-se com o problema que é a etiologia do stress e, consequentemente, diminui a produção de cortisol (hormônio marcador do nível de stress), melhorando a irritabilidade e a ansiedade durante o período pré-menstrual. 
O edema das extremidades (inchaço das pernas) e cansaço (sensação de peso) são combatidos com ativação da panturrilha durante todos os exercícios de flexão plantar e dorso flexão, o que gera o bombeamento linfático. Esse equilíbrio hídrico depende da ação da musculatura da panturrilha (perna) a qual é extremamente estimulada durante a aula de Pilates. 
Já a osteoporose é atenuada devido a tensão e stress ósseo gerado durante os exercícios de Pilates, além de trabalhar com compressões e descompressões articulares gerando maior produção de células ósseas, que beneficiará a perda durante o processo de osteoporose. 
Em relação a postura de hipercifose e hiperlordose durante a gestação, o método trabalha os músculos estabilizadores que melhoram o reposicionamento da pelve e das escápulas – que são alteradas com o peso aumentado da mama.

 

Dores nas Costas: 5 Perguntas e Respostas sobre os Efeitos do Pilates

Fonte: Fisiociência

1 – Quais problemas da coluna vertebral podem ser tratados com o Pilates?

 

Resposta: O Método Pilates, além de ser usado para condicionamento físico e qualidade de vida, tem grande indicação para dores nas costas (lombalgias) decorrentes de disfunções da coluna vertebral; as quais afetam populações de todas as idades, sexo e classe sociais.

As disfunções mais comuns que podem ser tratadas com o método pilates são os desvios posturais (escoliose, hipercifose, hiperlordose), hérnia de disco e instabilidades vertebrais.

 

2 – O Pilates acaba com o problema de coluna ou é uma forma de tratamento que ameniza dores?

 

Resposta: Diferente de muitos outros métodos terapêuticos, o método pilates poderá tratar as dores da coluna de forma definitiva, uma vez que ele promove fortalecimento da musculatura profunda da coluna – a qual é responsável pela estabilidade das vértebras – reduzindo assim as sobrecargas nas estruturas da coluna como disco vertebral, ligamentos, vasos e articulações; tratando, desta forma, as dores nas costas.

 

3 – O tratamento de disfunções da coluna vertebral com Pilates pode ser feito por qualquer pessoa, independente da idade?

 

Resposta: O tratamento é indicado para pessoas de todas as idades, de 8 a 80 anos.

 

4 – Cite os problemas de coluna mais comuns, quais os exercícios que podem ser feitos para melhorar e qual a duração, em média, do tratamento de cada doença.

 

Resposta: As disfunções mais comuns que podem ser tratadas com pilates são os desvios posturais (escoliose, hipercifose, hiperlordose), hérnia de disco e instabilidades vertebrais.

Os exercícios desenvolvidos no solo (Mat Pilates), nos equipamentos (Studio Pilates) e com o uso dos acessórios como bola, rolo, círculo e faixa elástica poderão ser usados no tratamento das disfunções.

O tempo de tratamento depende da disfunção  e do tempo que o paciente terá para se dedicar as aulas de pilates. O tratamento deverá ter uma freqüência mínima de três vezes por semana e, após término do tratamento, o paciente poderá usar o método para condicionamento físico e melhora da qualidade de vida.

 

5 – O Pilates também pode ajudar a prevenir problemas de coluna? Por que?

 

Resposta: Sim. Uma das principais causas de dor na coluna é a fraqueza da musculatura profunda que estabiliza as vértebras, desta forma, um método que promove o fortalecimento da musculatura profunda que estabiliza as estruturas ósseas da coluna, poderá prevenir problemas de dores da coluna decorrente de hábitos diários como sentar, dirigir, andar feitos de forma incorreta.

Pilates na Terceira Idade

Fonte: Fisiociência

Previna dores nas costas e outras disfunções na terceira idade


No Brasil, os idosos são hoje cerca de 21 milhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo 2010. A qualidade de vida na terceira idade é um desejo de todos e pode ser definida como a manutenção da saúde. Em função disso, a procura por atividades físicas cresce entre a população com mais de 60 anos, seja por estética ou por elas ajudarem no alívio das dores articulares causada pela idade.
O Pilates é um método de exercícios que tem duas principais indicações que são: melhora da performance (fitness) e tratamento/prevenções de disfunções motoras  ósseas e musculares (reabilitação e qualidade de vida).
As aulas de Pilates respeitam sempre os princípios do método, independente da idade. Por meio da contração muscular submáxima, resistida pelas molas dos equipamentos, os ossos são submetidos à carga mecânica, fato que pode favorecer o aumento da massa óssea. Desta forma, os exercícios de Pilates podem interferir positivamente na densidade óssea ajudando no controle da osteoporose ou na prevenção da doença.
Contudo, alguns cuidados deverão ser tomados com alunos que apresentam osteoporose e hipercifose (“corcunda”). Para esses alunos, deve-se evitar excesso de carga nas estruturas ósseas até que o aluno apresente força muscular suficiente para suportar as descargas de peso.
Os pontos que mais precisam ser trabalhados nas aulas dos alunos da terceira idade são o equilíbrio (prevenir quedas), a força muscular e resistência óssea (para gerar autonomia e prevenir perda acelerada da massa muscular e óssea) e o alívio da dor muscular e articular.
Desta forma, o Pilates torna-se a alternativa mais completa para amenizar e, até mesmo, reverter os efeitos do tempo sobre o corpo físico. Com essa perspectiva, a atividade tem ganhado espaço na medicina geriátrica, sendo indicada como tratamento e melhora da qualidade de vida dos idosos.


Previna a perda de massa muscular


A técnica tem a importante função de prevenir a perda de fibras musculares durante o envelhecimento. Os exercícios realizados em máxima contração, com conexão mente-músculo, são capazes de promover maior recrutamento muscular e consequentemente maior geração de força. Desta forma, a perda de massa muscular (hipotrófica muscular senil) é prevenida, podendo ser um método que remedia a chamada sarcopenia (perda de fibras musculares durante o envelhecimento).
Os exercícios podem ser encarados como um processo prazeroso e benéfico, fazendo que os alunos que procuraram a modalidade por ordem médica acabem criando o hábito de praticá-la. O aluno  que fizer uma aula experimental verá as grandes diferenças entre academia ou a fisioterapia.
O Pilates, além de fortalecer e flexibilizar os músculos, alivia o estresse, auxiliando na promoção da saúde total do indivíduo. O exercício físico libera substâncias químicas no cérebro, ocasionando uma sensação de bem estar e de euforia. “Tais substâncias, conhecidas como endorfina, têm qualidades semelhantes as da morfina que são referidas como a própria morfina natural do corpo”, diz o pesquisador no assunto Ronberts.  
Experimente o método e se apaixone!