(51) 98181.8384

Notícias

Exercícios de Pilates Clássico Científico podem Transformar Colunas Velhas em Colunas Jovens!

Saiba mais +

13
Jun/2016

Pilates na Reabilitação

Saiba mais +

12
Jun/2016

Como ganhar massa óssea através do Pilates

Saiba mais +

18
Mai/2016

O Método Pilates no controle da Diástase Abdominal

Saiba mais +

19
Abr/2016

Pilates e a Síndrome do Piriforme

Saiba mais +

19
Abr/2016

Pilates e Fibromialgia

Saiba mais +

19
Abr/2016

Depoimento: “Como deixei a musculação para fazer Pilates”

Saiba mais +

17
Abr/2016

Pilates e Dor Crônica

Saiba mais +

22
Fev/2016

Exercícios de Pilates Clássico Científico podem Transformar Colunas Velhas em Colunas Jovens!

Fonte: Fisiociência


Segundo estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS), 80% da população mundial teve, tem ou terá dor na coluna pelo menos uma vez na vida. A má postura durante as tarefas do dia é a principal causa das dores.

 O método Pilates, além de proporcionar a melhora da forma física, é usado mundialmente para tratar disfunções da coluna vertebral que afetam pessoas de todas as idades, sendo apontadas por pesquisas como um dos principais problemas de saúde da sociedade moderna.


Os exercícios podem ser indicados para reorganizar desvios posturais como escoliose, hipercifose e hiperlordose, estabilizar a coluna lombar que tem doenças como hérnia de disco e instabilidades muscular segmentar. O método promove equilíbrio neuromuscular e hipertrofia organizada (força e flexibilidade), tratando e prevenindo problemas decorrentes de posturas e hábitos diários incorretos adquiridos na hora de sentar, dirigir, andar, e até em atividades esportivas e profissionais.

 
Diferente de muitos outros métodos terapêuticos, o Pilates pode tratar dores da coluna de forma definitiva. Uma das principais causas de dores nas costas é a fraqueza da musculatura profunda da coluna, a qual é responsável pela estabilização das vértebras. 

Considerando essa debilidade, os exercícios de Pilates promovem o fortalecimento dessa musculatura, reduzindo as sobrecargas nas estruturas passivas da coluna como disco intervertebral, ligamentos, vasos e articulações.


Os exercícios indicados são os do repertório original do Mat Pilates, Studio Pilates e Pilates Acessórios, com o uso de magic circle, form roller, bosu, balance disk e elastic band. O tempo de tratamento depende da disfunção da coluna e do tempo que o paciente terá para se dedicar as aulas de Pilates Clássico Científico.

 O tratamento deverá ter uma frequência mínima de três vezes por semana.
O método pilates não é simplesmente um método de tratamento, mas de qualidade e vida. Assim, após o período de tratamento, o paciente se transforma em aluno para continuar a prática do método como condicionamento físico e melhora da qualidade de vida.


Dra. Eliane explica que a prática de Pilates para a reabilitação ou condicionamento físico deve ser feita com profissionais especializados, com conhecimento científico do método, para que o tratamento seja eficaz. Não se aceitam mais tratamentos ou técnicas empíricas sem evidências práticas e comprovação científica.

Pilates na Reabilitação

Fonte: Revista Pilates

Quando pensamos em reabilitação, logo nos vem à mente a fisioterapia convencional. Mas, uma vez que o Pilates é um método seguro, eficaz e completo que visa um equilíbrio neuromuscular do corpo como um todo. Por que não o incorporar no tratamento de reabilitação?

O Pilates trabalha a mente e o corpo em conjunto e possui como princípios básicos: concentração, controle, centralização e respiração. A partir desses princípios, aplicados por meio de um vasto repertório de exercícios, ele oferece vários benefícios como: aumento da força e resistência muscular, melhora da mobilidade e amplitude de movimento (ADM) da articulação acometida e das adjacentes, melhora da função e flexibilidade, além de uma melhora da respiração, coordenação motora, postura, equilíbrio estático e dinâmico. Os exercícios de baixo impacto e de poucas repetições proporcionam resultados eficazes e, ao mesmo tempo, menos desgastantes às articulações e músculos.

 

Dessa forma, o Pilates pode e deve ser utilizado como ferramenta de reabilitação de diversas disfunções: no pré ou pós-operatório de cirurgias ortopéticas, no tratamento conservador, em dores crônicas e em algumas disfunções neurológicas (Parkison, esclerose múltipla, etc).

 

O Pilates tira essa visão de tratar exclusivamente o segmento lesionado, mas trata o corpo como um todo, melhorando a disfunção em si e equilibrando o corpo das várias adaptações (musculares, fásciais e até mesmo neurais) que se faz em virtude da lesão. É um método que não oferece contraindicações absolutas, mas exige, sim, alguns cuidados e adaptações nos exercícios, no posicionamento e no contole da amplitude de alguns movimentos, de forma que se respeite sempre o ritmo e a progressão de cada paciente.

 

Além dos beneficios físicos oferecidos pelo método, o ambiente de um estúdio de Pilates e a convivência com os demais alunos proporciona uma melhora no estado emocional e psicológico do paciente, acelerando muitas vezes até o processo de reabilitação e recuperação.

 

Claro que o sucesso do tratameto deve-se à escolha de um profissional competente e capacitado que vai saber aplicar o método de acordo com a disfunção apresentada de forma segura e individualizada.

Como ganhar massa óssea através do Pilates

Fonte: Revista Pilates

 

O problema, caracterizado pela diminuição da perda óssea, é silencioso. O ritmo de trabalho acelerado dos dias atuais, sedentarismo, ingestão de corticóides e ciclos menstruais interrompidos que altera os níveis hormonais, acabam contribuindo para o aparecimento precoce dessa patologia. Mas se você pensa que a Osteoporose é uma doença somente da terceira idade está totalmente enganado. Atualmente, é cada vez mais frequente o início da doença em adultos a partir dos 35 anos. Então, vamos entender o que é Osteoporose?

A Osteoporose (por = passagem, caminho; ose = condição) é, literalmente, a condição de ossos porosos.  É uma doença óssea caracterizada por baixa regeneração e/ou rápida degeneração óssea causada por fatores nutricionais, metabólicos ou patológicos. O problema básico é que a ressorção óssea supera a formação de osso, e consequentemente a massa óssea diminui.

Em grande parte, isso se deve à perda de cálcio no corpo, mais cálcio é perdido na urina, fezes e suor, do que é absorvido a partir da alimentação. A massa óssea fica tão enfraquecida, que os ossos se fraturam, frequentemente de modo espontâneo, quando submetidos às tensões mecânicas da vida cotidiana. Por exemplo, uma fratura da pelve pode acontecer simplesmente como resultado de se sentar rapidamente. A osteoporose afeta todo sistema esquelético. Além das fraturas, causa encolhimento das vértebras, perda de altura, cifose (aumento da curvatura torácica da coluna) e dor óssea (em casos mais avançados).

Ela acomete duas vezes mais mulheres do que homens, por dois fatores: têm menor massa óssea que os homens e a produção de estrogênio declina acentuadamente na menopausa, enquanto a produção de androgênio, testosterona em homens decresce gradualmente. Além do fator sexo, história familiar, ascendência europeia ou asiática, estatura pequena e magra, estilo de vida sedentário, hábito de fumar, dieta pobre em cálcio e vitamina D, mais de dois copos de bebida alcoólica por dia e o uso de certos medicamentos contribuem para surgimento precoce da osteoporose.

A prática de exercícios físicos tem por objetivo deixar os ossos mais fortes, ajudando a melhorar o desempenho e funcionamento de todo o corpo. O Pilates é uma técnica que oferece exercícios variados e que respeita as particularidades: necessidades e limites de cada aluno. Não há desgaste físico nem estímulo à fadiga. Durante os exercícios, os ossos são submetidos à carga mecânica, favorecendo o aumento da massa óssea. Dentro de certos limites, o osso tem a capacidade de alterar sua resistência, em resposta a variações das tensões mecânicas.

Quando submetido a essas tensões, o tecido ósseo se adapta, tornando-se mais forte, pelo aumento da deposição de sais minerais e da produção de fibras colágenas. Outro efeito dessas tensões é aumentar a produção de calcitonina, hormônio que inibe a ressorção óssea. O Pilates também ajuda a trabalhar o equilíbrio, a força muscular, a concentração e a coordenação, essenciais para evitar a ocorrência de quedas e consequente risco de fraturas, além de promover uma melhora do alinhamento postural, evitando padrões de movimentos incorretos e prevenindo a incidência de lesões.

O melhor tratamento sempre é a prevenção, uma dieta rica em cálcio, prática regular de exercícios no mínimo três vezes por semana, acompanhamento médico e fazer anualmente a densitometria óssea que é o principal exame para rastreamento e diagnóstico da doença.

“A aptidão física é o primeiro requisito da felicidade. Nossa interpretação da aptidão física é a obtenção e manutenção de um corpo uniformemente desenvolvido com uma mente sã plenamente capaz de, natural e facilmente, realizar satisfatoriamente as nossas muitas e variadas tarefas diárias com entusiasmo espontâneo e prazeroso.” Joseph Pilates

O Método Pilates no controle da Diástase Abdominal

Fonte: Revista Pilates

 

O método Pilates pode contribuir na prevenção e na melhora da diástase abdominal – a parede dos músculos do abdome se divide ao meio e se afasta -  é importante ressaltar que apesar de ser mais comum ocorrer em mulheres no pós-parto, também acontece com mulheres que nunca engravidaram e até em homens com uma barriguinha mais avantajada.

A diástase do reto abdominal é uma abertura da linha média (a linha que divide o abdome verticalmente) e pode ser maior em determinadas regiões, como na área próxima ao umbigo. Essa abertura é palpável e tem uma largura de mais de 2,5 cm. Alguns autores consideram a diástase a partir de 1 cm. É muito comum acontecer essa no pós-parto, com mais incidência em mulheres que engravidaram várias vezes, mas é possível ocorrer em mulheres que nunca tiveram nenhuma gestação e até em homens, normalmente quando em algum momento de sua vida sofreram de sobre peso. Estudos indicam que isso ocorre devido a uma fraqueza abdominal, mas há controvérsias sobre esse assunto pois existem pessoas com abdome fortes e que no pós-parto também podem apresentar a diástase.

Essa separação do músculo reto abdominal pode causar alguns problemas, como comprometer a estabilidade corporal e mobilidade, o que contribui para a dor nas costas e problemas na postura.

Ainda são necessários mais estudos sobre o caso e os fatores que favorecem a diástase. Os mais conhecidos são a pré-disposição genética, fraqueza abdominal, exercícios inadequados na gestação ou em qualquer fase tanto da mulher quanto do homem. Mesmo assim é certo afirmar que existem formas de prevenir ou diminuir a separação da linha alba.

Tanto a prevenção como o tratamento, são utilizados exercícios que visam o fortalecimento do transverso e do assoalho pélvico.

Quando a mulher está gravida, durante o pós-parto ou, independente do sexo, estar com sobrepeso, o indicado é fortalecer com os músculos transverso e assoalho pélvico e fortalecer também os músculos oblíquo e reto abdominal, porém, com menor ênfase em força e maior em flexibilidade. Isso pode explicar os casos em que mulheres com abdome forte sofrem também da diástase. Se o músculo reto abdominal e oblíquo forem fortes mas, porém, pouco flexíveis, terão dificuldades em estirar e depois retornarem ao tamanho normal. O transverso e assoalho pélvico já funcionam como uma cinta natural que segura todos os órgãos e coluna, por isso a importância de favorecer o fortalecimento desses últimos músculos na gravidez ou sobrepeso em que o abdome se estende.

O diagnóstico da diástase pode ser por tomografia, que é o mais -  porém com maior custo – pode ser através de ultrassonagrafia -  que possui custo relativo, porém menos confiável.

Após o diagnóstico, o profissional deve estar capacitado não somente no método Pilates, mas em prescrever exercícios dentro do método específico para diminuir a abertura da linha alba. No repertório do método existem muitos exercícios que irão melhorar o quadro. Também existem vários que poderão piorar a diástase, por isso é importante o profissional estar atento e oferecer as adaptações necessárias.

Pilates e a Síndrome do Piriforme

Fonte: Blog do Pilates

A síndrome do piriforme é uma patologia muito dolorosa causada pela contratura, encarceramento e hipertrofia desse músculo.


O piriforme é um músculo fino, parecido com uma pera. É dividido em três feixes e origina-se no sacro (S2-S4) – sendo o único músculo que se origina diretamente sobre este osso. O piriforme tem um padrão horizontal e oblíquo, encontra-se abaixo dos pequenos músculos do glúteo, gêmeos e obturador interno.

O tendão do piriforme se insere na parte superior do trocanter maior e é localizado na região posterior da pelve.
A inflamação do músculo piriforme, que neste caso aumenta de volume (hipertrofia), comprime o nervo ciático, causando pontadas nos glúteos e MMII.
A frequência é maior do que se pensa. Em um estudo realizado em 240 pacientes com dor ao longo do ciático, em 40% a causa foi a síndrome do piriforme.

O que causa a Síndrome do Piriforme?

Causa dor profunda na superfície posterior do quadril e glúteo, podendo gerar dormência e formigamento dos membros inferiores e até lombalgia. Por isso, muitas vezes se confunde a dor ciática por hérnia de disco com a síndrome do piriforme, porque ambas causam ciatalgia.
A dor aparece ao caminhar, correr e principalmente quando o paciente está sentado com as pernas cruzadas. É comum em esportes que envolvam corrida, mudança de direção ou descarga de peso excessiva. 

Corrida em terrenos duros ou irregulares, subir escadas, atividades que exijam muito agachamento e uso de calçados inapropriados para o tipo de pisada ou gastos demais também podem auxiliar no desenvolvimento da dor.
Entre os fatores associados ao surgimento da síndrome encontramos: hábito de ficar muito tempo sentado, exercícios exagerados para glúteos, variações anatômicas nas quais o nervo ciático passa pelo ventre do músculo piriforme, presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o livre movimento do nervo.
Também pode surgir após um trauma na região glútea. Frequentemente está presente desequilíbrio muscular na região.


O Pilates e a Piriforme

O Pilates pode agir tanto na prevenção como no tratamento desta síndrome.
A prevenção pode ser realizada através de um programa de exercícios que envolvem alongamentos dos músculos glúteos, rotadores internos e externos do quadril, mobilização de quadril (dissociação coxo-femoral) e membros inferiores.
O tratamento desta síndrome trata-se de uma reabilitação com o objetivo de permitir o retorno ao esporte e as atividades da vida diária de forma segura e efetiva. Devemos focar em exercícios que promovam força e flexibilidade dos membros inferiores, exercícios de transferências e que simulam o caminhar, o trote, a corrida, mudanças de direções e saltos, sempre adaptados à individualidade do aluno, objetivo, e no caso de atletas e esportistas, à especificidade da modalidade.

Pilates e Fibromialgia

Fonte:

Diariamente alunos ou pacientes procuram Studios de Pilates para tratar patologias, buscar reabilitação ou cuidar de quadros patológicos.

 Entre lesões musculares e problemas na coluna, a fibromialgia é um problema comum que leva pacientes a procurarem o Pilates como alternativa para recuperação e tratamento.

É muito comum a queixa de pessoas que não acreditam, ou não tem total percepção do problema por alegar não sentir tanta dor assim – e, nesse caso, precisamos ser extra atenciosos e cuidadosos com eles. Esse será o primeiro passo para que se tornem seus alunos e fãs do método pilates.

Mas antes de falar sobre o Pilates para fibromialgia, precisamos entender o que é, exatamente, essa síndrome clínica e quais seus sintomas.

–O que é fibromialgia?

Tratando a fibromialgia com o Pilates

Esta síndrome clínica é caracterizada por dores praticamente em todo corpo, principalmente no sistema muscular, sem uma causa única. Além disso, também apresenta sintomas como fadiga, insônia ou sono pouco repousante e intolerância a fazer exercícios físicos. Da mesma forma, há muitos relatos do surgimento ou manifestação deste quadro após situações de traumas ou estresse intenso, por exemplo. Essa síndrome afeta mais mulheres do que homens, numa proporção de 9 mulheres para cada homem acometido.

Alguns estudos recentes apontam como uma das causas a diferença que há de sensibilidade à dor que possuímos.  Seria como se o nosso cérebro estivesse “desregulado” quanto a intensidade da dor, e que nos acometidos pela síndrome o sistema nervoso ativasse várias regiões do corpo, provocando dores em vários lugares. Sendo assim, o indivíduo sente-as com muita intensidade.

O diagnostico é feito se o paciente apresenta episódios de dor difusa por mais de 3 meses consecutivos. No consultório, o médico pode usar como protocolo um exame em que palpa 18 pontos anatômicos e, se o paciente relatar presença de dor em 11 destes pontos, será caracterizado como positivo para fibromialgia. Por isso, é importante que, na avaliação, o aluno/paciente traga exames e declaração médica atestando o diagnóstico.

Como podemos intervir positivamente, através do Pilates, para melhorar a qualidade de vida de nosso aluno e ou paciente?

Primeiramente, é preciso que o aluno saiba que, por se tratar de uma doença ainda sem cura, deve ter uma rotina regular de exercícios físicos.
No Pilates, devemos então ter como principais cuidados, manter uma rotina de exercícios de alongamento das musculaturas mais utilizados, bem como fortalecimento das mesmas.
Podemos iniciar com um aquecimento moderado para aumentar o fluxo sanguíneo nos músculos em geral.
Capriche nos alongamentos, mas peça para que o aluno/paciente os faça com movimentos lentos e controlados, observando seu limiar de dor para que execute com qualidade.

A rotina de exercícios deve ser feita com pesos entre leves e de média intensidade equilibrando as musculaturas, principalmente as da coluna.
Trabalhe exercícios que tenham relação com as atividades cotidianas dele(a), pois o ajudará bastante.
Finalmente, relaxe-o com mais alongamento, ou terapias manuais, sempre cuidando para que não haja dor – e sim relaxamento.

Depoimento: “Como deixei a musculação para fazer Pilates”

Fonte: Blog do Pilates

 

Nós, instrutores de Pilates, sabemos bem como o método criado por Joseph Pilates é completo e rico – sabemos das possibilidades de trabalhar com diferentes públicos e sabemos, também, quais são seus inúmeros e igualmente variados benefícios.

Ainda sim, não é incomum que alguns públicos específicos sintam receio de optar pelo Pilates como principal atividade – por medo do Método não satisfazer completamente suas necessidades e objetivos. Alguns alunos sentem a necessidade de conciliar o Pilates com alguma atividade mais aeróbica ou focada em definição – como treinamento funcional ou musculação.

Claro que o Pilates pode ser um ótimo complemento para corredores, por exemplo – funciona perfeitamente para evitar lesões e preparar o corpo para atividades de impacto. No entanto, é possível descobrir apenas no Pilates um método que completa seus objetivos estéticos, de saúde e também mentais.

A exemplo disso, trazemos hoje o depoimento da ex-fisiculturista Bruna Bender, aluna da Casa Do Pilates há 11 meses.

https://youtu.be/USL6JUEqPIQ

 

O incrível depoimento da nossa aluna Bruna, que tem uma vasta experiência em musculação e descobriu no pilates uma nova perspectiva de treinamento, se surpreendeu com a completa abrangência do pilates e como conseqüência o seu resultado estético.

Bruna possui 13 anos de experiência com musculação mas, devido a uma lesão que lhe deixou com problemas na coluna, se viu obrigada a se afastar do exercício que mais gostava de praticar e procurar uma alternativa. No Pilates, descobriu uma forma de mesclar o benefício estético com a sua saúde física e, de acordo com ela própria, foi algo surpreendente. “Eu acha que ia tratar apenas a saúde física, mas acabei me surpreendendo. Como a gente usa fibra muscular aqui, né? É um método completo. Continuo mantendo a resistência e rigidez muscular e trabalhando a força apenas com o Pilates.”

 

“Pilates para mim é um estilo de vida, é algo que eu jamais teria coragem de largar, além de ter corrigido toda essa questão da minha saúde, hoje ele corrige também o meu emocional!”

 

 

Pilates e Dor Crônica

Fonte:

A dor foi o motivo mais importante e decisivo para o desenvolvimento da arte de curar e com certeza influenciou Joseph Pilates no desenvolvimento da Contrologia.

Atualmente, no Brasil, estima-se que 60 milhões de brasileiros têm algum tipo de dor crônica. Entre os homens, 20% têm o problema. Entre as mulheres, 34%.

Entre as principais causas estão:

– dores da coluna vertebral 41,2%;

– dores de cabeça e enxaqueca 31,2%;

– ansiedade e distúrbios emocionais 24,9%;

– depressão 19,2%;

– artrite 12,6%;

– reumatismo 10,6%;

– fibromialgia 7,3%.

É certo que o instrutor de Pilates deve compreender o fenômeno da dor crônica para escolher os próximos exercícios com critério e bom senso.

O instrutor de Pilates enfrenta diariamente alunos com dor e necessita avaliar com bom senso e conhecimento, o que de fato representa a dor a que seu aluno se refere.

Pilates não funciona como pronto socorro para o tratamento de dor aguda… Assim, casos agudos, devem ser encaminhados para o diagnóstico preciso e tratamento médico adequado.

Já alunos com dor crônica podem se beneficiar de um seleção adequada de exercícios de Pilates. Mas qual a definição de dor crônica?

– A Dor crônica é episódica ou persistente com duração e intensidade capaz de afetar adversamente a função ou o bem estar;

– A Dor crônica é um fenômeno com múltiplos componentes capaz de provocar um impacto em determinada pessoa do ponto de vista físico, funcional e psicológico;

– A dor crônica provoca interferência nas atividades da vida diária, levando a pessoa a ter comportamento mais irritável e diminuição do limiar de tolerância emocional.

O sistema nervoso desenvolve uma realimentação e a dor crônica se torna uma doença em si mesmo. Isto acontece em cerca de 10% das condições tumorais, inflamatórias, infecciosas e pós-operatórias onde a dor persiste por meses ou anos.

Fonte: Pilates em evidência